Estudantes de Castanhal, Cametá e Baião recebem projeto sobre conscientização dos perigos de empinar pipa perto da rede elétrica

Estudantes da rede pública de ensino dos municípios de Castanhal, Baião e Cametá, nordeste do estado, vão receber o projeto “Pipas”, que tem por objetivo de conscientizar os jovens sobre os riscos de empinar pipa perto da fiação elétrica. O programa começa em Castanhal, a partir desta terça-feira (14) e percorrerá mais dez cidades.

Soltar pipa é um hábito cultural que diverte crianças e adultos. E com a chegada da estação mais quente do ano na Amazônia, e da proximidade das férias escolares, é comum que o número de papagaios aumente. A atividade requer muito cuidado e atenção

De acordo com levantamento feito pela distribuidora, os números de interrupções de energia motivadas por pipas chegam a somar 2.284 casos, no período de janeiro a maio deste ano. Somente Belém registrou 311 casos de falta de energia elétrica devido ao uso de pipas próximo à rede elétrica. O município de Santarém, aparece em segundo lugar, com 177 registros.

No total, 40 escolas da rede pública de ensino receberão as ações do “Pipas”, que deverá alcançar aproximadamente 3.200 estudantes. O projeto tem patrocínio da Equatorial Energia, via Lei Semear, do Governo do Estado do Pará. As atividades serão gratuitas, e todas de forma lúdica envolvendo muito conhecimento e conscientização, explica a coordenadora do projeto Liane Gaby.

“Nós destacamos nessa iniciativa que é possível brincar de pipa de maneira segura, além de prevenir possíveis acidentes queremos que essas crianças e adolescentes atendidas pelo ‘Pipas’ sejam multiplicadores dessas informações que serão repassadas durante as atividades.”.

Para Alex Fernandes, Executivo de Segurança da Equatorial Pará, é importante discutir e levar informação de qualidade para o público que se diverte com a atividade. “Projetos como o ‘Pipas’ nos ajudam a multiplicar a conscientização de crianças e adultos sobre os cuidados que devemos ter com essa brincadeira tão popular no estado.

Além da questão do perigo à saúde, temos a interrupção do fornecimento por conta das pipas que ficam entrelaçadas na rede e, porventura, acabam ocasionado curto-circuito, trazendo prejuízos não só para a concessionaria, mas, também, à população geral.”, destaca Alex.

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